Até que ponto chegamos

Material pronto: Cartões de 0 a 10 / Alfabeto / Coordenação Motora

Essa foto é de 2019, mas não lembro nenhuma manifestação como as que temos hoje. Me lembro como se fosse ontem como chorei e como fiquei sensibilizada com essa falta de empatia.

Infelizmente uma morte precisa acontecer pra gerar revolta e ganhar a mídia.

Creio que isso me deixou ainda mais sensível à essas agressões onde se envolve o racismo.

Crianças negras foram separadas logo no primeiro dia de aula.

Relembre o caso com a matéria da revista Crescer

Nas redes sociais, ativistas se pronunciaram. Uma das principais reações partiu de Mcebo Dlamini, militante estudantil que teve grande protagonismo nas manifestações do #FeesMustFall, movimento que buscava apoio do governo sul-africano para tornar universidades mais acessíveis aos mais pobres.

“Você pode levar seus filhos para as escolas mais brancas do país, mas desde que a maioria negra seja pobre, seus filhos sempre serão lembrados de que são negros e, portanto, [na lógica racista] inferiores”, explicou Dlamini, em texto no Facebook, sobre o fato de o racismo ainda se alastrar na África pós-apartheid. “Seu dinheiro não pode te livrar desse mundo anti-negro. Apenas quando o coletivo negro for livre poderemos começar a reivindicar nosso lugar de direito em nossa terra natal.”

Com informações de Daily Mail e eNCA

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.