Pais fazem sala de aula na roça para filho assistir aula

Material pronto: Cartões de 0 a 10 / Alfabeto / Coordenação Motora

AULA NO MEIO DA ROÇA PARA TER SINAL DE INTERNET

Uma família de agricultores do interior de Estrela Velha, localizada a 65 km de Ibirubá, improvisou uma sala de aula no meio da roça, onde o sinal da internet do celular permite as aulas remotas.

Em vez de encontrar desculpas, os agricultores Odilésio Somavilla, 54 anos, e Dejanira Somavilla, 35, resolveram fazer o possível com o que têm disponível. “A lavoura é um trabalho duro, e nós queremos que a vida dele seja melhor”, afirma a mãe.
A barraca foi montada com galhos de árvores, caules e um plástico de estufa para permitir que Alan Somavilla, 11 anos, tenha as aulas por meio do Google Class sem se preocupar com a chuva. A classe e a cadeira foram emprestadas pela direção da escola, e o aluno usa um celular para ter o acesso ao conteúdo. “A gente ajuda como pode”, explica o pai.
As fotos foram feitas pela diretora da escola, Giovana Carvalho Dalcin, 46 anos, e começaram a viralizar no RS. “Esses pais poderiam dizer que não têm internet e que ele não poderia acompanhar. Mas foram atrás e criaram isso pra ele. Certamente será um guerreiro na vida”.

Da Redação integrada Rádio Cidade FM e Jornal O Alto Jacuí de Ibirubá
Créditos: Portal Agora no Vale

Professora destrói todo cenário da aula online (veja o vídeo)

Trabalhando há 15 anos na educação infantil no Instituto Pequeno Príncipe, em Bezerros, no Agreste de Pernambuco, Micaelly Miranda ficou assustada depois que viu sua imagem viralizar nas redes sociais nas últimas semanas. Ela aparece em um vídeo mostrando casinhas de emborrachado aos alunos, e os personagens que moravam nelas. Porém, as casinhas começam a cair, e cada vez que a professora coloca uma de pé, a que está ao lado cai. Perdendo a paciência, Micaelly joga todas para cima e destrói o cenário que montou para a aula.

texto completo aqui: https://interior.ne10.uol.com.br/entretenimento/2020/06/18/sou-esposa-mae-e-profissional-diz-professora-que-perdeu-a-paciencia-e-destruiu-casinhas-190313

Vamos parar de ensinar a letra cursiva?

Na alfabetização, a letra de fôrma é ensinada primeiro do que a cursiva!

É importante entender porque a criança aprende primeiramente a letrinha de fôrma e não a cursiva e não simplesmente ensinar só porque a maioria faz assim e dá certo! Realmente, dá certo, mas há uma explicação do motivo pelo qual essa maneira é a melhor! 

A criança está desenvolvendo a motricidade na fase da alfabetização e a letra do tipo bastão é mais fácil para se adequar neste momento. Os rabiscos começam a se endireitar e formar letras.

As letras de fôrma são ideais para esta fase, pois os caracteres são individuais e podem ser escritos um após o outro. Os traços são resumidos a pauzinhos aglomerados uns nos outros. Já as letras cursivas exigem uma agilidade maior, uma vez que, além de outras finalidades, são utilizadas para tornar o registro mais rápido. 

O traçado simples das letras de fôrma dão maior liberdade no ato da escrita, ao contrário das “letras de mão” que precisam de uma organização maior. O ato de ligar uma letra a outra também dificulta o processo, pois anula a ação de tirar o lápis do papel e investir as forças na próxima letra, o que ordena um esforço motor maior. 

Além disso, antes mesmo de serem alfabetizadas, as crianças já possuem contato com as letras de imprensa em jornais, na televisão, em livros, gibis. Elas não conseguem ler, mas fica na memória visual das mesmas.

Logo, a percepção da letra de fôrma é mais rápida e fácil do que da letra cursiva. No entanto, é importante trabalhar com esta última, assim que o infante se habituar à primeira. Não há problemas se as duas formas coexistirem por um tempo, porque independente da letra o que deve sempre estar em foco é a escrita. Pois mais importante do que a letra que a criança escolhe, é a compreensão da escrita como um ato de comunicação.

Por Sabrina Vilarinho
Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola